domingo, 3 de agosto de 2014

CAVALEIRO DA LUZ

CAVALEIRO DA LUZ! 
Expedita Maciel

Meu avô rico comerciante no interior do Ceará,
em suas viagens a capital Cearense, ia até a cidade de Ipu,
terra da bela Iracema, a Virgem dos lábios de mel,
personagem do livro de José de Alencar, escritor cearense,
onde pegaria a Maria fumaça até a capital Alencarina,
ia sempre na madrugada quando surgia a linda e alva estrela Dalva,
pois com a lua cheia fica mais deslumbrante e,
ele amava o clarão da lua e o brilho da ESTRELA DALVA.

Era meu avô acompanhado por seus mascates, todos em uma tropa de cavalos, então meu avô montado em seu belo alazão branco,
vestido todo no linho branco, pois era como se vestia,
ia sempre seguido por um cavaleiro,
todo de branco, com seu cavalo bonito o seguia todo tempo á frente, com uma tocha na mão a lhe iluminar o caminho.

Quanto mais meu avô avançava, para do cavaleiro se aproximar, mais corria o cavaleiro em seu cavalo branco, esta proteção
era até ao dia clarear,
depois ele cavaleiro desaparecia.

Este é um grande mistério, mas com a certeza, de que era celestial, pois era para o proteger, que assim agia o misterioso cavaleiro.

Coisas de Deus! meu avô era muito religioso a ponto de construir até uma paróquia em suas terras, e, ter um padre para na época de aniversário e festas religiosas haver celebrações, para que seus coordenados pudessem louvar e agradecer ao Pai da Criação!

Salve Deus, e todos os Santos e Anjos no mais Alto dos Céus!
 — se sentindo feliz.

Foto: CAVALEIRO DA LUZ! Expedita Maciel
CAVALEIRO DA LUZ! expedita maciel

Meu avô rico  comerciante no interior do Ceará,
em suas viagens a capital Cearense, ia até a cidade de Ipu,
terra da bela Iracema, a Virgem dos lábios de mel,
personagem do livro de José de Alencar, escritor cearense,
onde pegaria  a Maria fumaça até a capital Alencarina,
ia sempre na madrugada quando surgia a linda e alva estrela Dalva,
pois com a lua cheia fica mais deslumbrante e,
ele amava o clarão da lua e o brilho da ESTRELA DALVA.

Era meu avô acompanhado por seus mascates, todos em uma tropa de cavalos, então meu avô montado em seu belo alazão branco,
vestido todo no linho branco, pois era como se vestia,
ia sempre seguido por um cavaleiro,
todo de branco, com seu cavalo bonito o seguia todo tempo á frente, com uma tocha na mão a lhe iluminar o caminho.

Quanto mais meu avô avançava, para do cavaleiro se aproximar, mais corria o cavaleiro em seu cavalo branco, esta proteção
era até ao dia clarear,
depois ele cavaleiro desaparecia.

 Este é um grande mistério, mas com a certeza, de que era celestial, pois era para o proteger, que assim agia o misterioso cavaleiro.

Coisas de Deus! meu avô era muito religioso  a ponto de construir até uma paróquia em suas terras, e, ter um padre para na época de aniversário e festas religiosas haver celebrações, para que seus coordenados pudessem louvar e agradecer ao Pai da Criação!

Salve Deus, e todos os Santos e Anjos no mais Alto dos Céus!

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