quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Compaixão Animal - De Expedita Maciel

Compaixão  Animal 

De: Expedita Maciel Viana- autora do Livro: Vim, vi e venci.

De vez em quando me vejo contemplar os animais de rua; abandonados na cidade, em sua árdua luta pela sobrevivência de suas crias, seus filhotes.

São cães, gatos, cavalos, bois, procurando no lixo o alimento e sobreviver dos seus próprios predadores, quando seu maior assassino,  é o homem perverso, que se sentindo dono das ruas, mas já mostrando sua maldade desde pequeno, do que é capaz de fazer de crueldade aos animais, muitas vezes ajudados pelos seus próprios pais, que com seus exemplos bestiais, maltratam, atropelam, aleijam os inocentes animais. Na presença e com muitas vezes com o auxílio  dos seus futuros psicopatas dos quais as vitimas serão eles mesmo, os pais, pelos exemplos  que tiveram.

No trânsito são inábeis, pois, embora, muitas vezes habilitados desconhecem as leis de trânsito urbano. Não respeitando conjuntos residenciais, com ruas movimentadas, com crianças, indo e voltando para suas escolas, velhos e doentes caminhando a passos lentos; mas, estes motoristas sentem-se ases do volante, ou em suas motos envenenadas, rasgando as ruas, atropelando e aleijando animais indefesos.

Seria tão diferente se o homem não fossem o predador de sua própria espécie.

Seria bom que estes que são chamados de racionais entendessem que  bairro residencial, conjunto residencial, tem regras para circularem; e que os mesmo não são nem autódromo e nem via expressa.

Seria tão bom se as mães, certas mães, se espelhassem nos animais e fizessem o que os mesmos fazem: zelando por suas crias.

Observei uma gatinha de rua, grávida,  com a patinha quebrada, a qual eu ajudo alimentar, para defender sua cria, com seu instinto felino, agigantou-se  como os felinos de grande porte, leoas, leopardos, etc,  contra alguns cães que vieram arriscar a vida dos seus filhotes.até que  alguém a ajudasse, ou os mesmos fossem embora.

Desejamos que os homens se humanizem   e que respeitem os animais  e a natureza;  e que algumas mulheres, em sua moda de ficar, entendessem que ao ficarem grávidas têm a obrigação de colocar suas crias em segurança;  não jogar suas crias no lixo;  em sacos plásticos, pelas ruas perdidas.

Como é triste ver um recém nascido no lixo dentro de sacos pretos, sendo para eles reservado o mesmo destino dos animais de rua; a não ser que Deus, que nunca nos abandona, tenha misericórdia e com sua mão poderosa conduza bons cristãos até o bebê; para o  salvar de tão perversa sina.

Que bom que os homens fossem como José; e as mães como Maria que  arriscaram suas vidas, mas disseram sim ao anjo Gabriel e a Deus para que o Salvador do Mundo Maria nos desse. E aí esta a razão do Natal, nascimento do Salvador do mudo, que estão insistindo em substituí-lo pela figura do Bom Velhinho, Papai Noel!


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