Compaixão Animal
De: Expedita
Maciel Viana- autora do Livro: Vim, vi e venci.
De vez em quando
me vejo contemplar os animais de rua; abandonados na cidade, em sua árdua luta
pela sobrevivência de suas crias, seus filhotes.
São cães,
gatos, cavalos, bois, procurando no lixo o alimento e sobreviver dos seus próprios
predadores, quando seu maior assassino, é o homem perverso, que se sentindo dono das
ruas, mas já mostrando sua maldade desde pequeno, do que é capaz de fazer de
crueldade aos animais, muitas vezes ajudados pelos seus próprios pais, que com
seus exemplos bestiais, maltratam, atropelam, aleijam os inocentes animais. Na
presença e com muitas vezes com o auxílio
dos seus futuros psicopatas dos quais as vitimas serão eles mesmo, os
pais, pelos exemplos que tiveram.
No trânsito
são inábeis, pois, embora, muitas vezes habilitados desconhecem as leis de trânsito
urbano. Não respeitando conjuntos residenciais, com ruas movimentadas, com
crianças, indo e voltando para suas escolas, velhos e doentes caminhando a
passos lentos; mas, estes motoristas sentem-se ases do volante, ou em suas
motos envenenadas, rasgando as ruas, atropelando e aleijando animais indefesos.
Seria tão
diferente se o homem não fossem o predador de sua própria espécie.
Seria bom
que estes que são chamados de racionais entendessem que bairro residencial, conjunto residencial, tem
regras para circularem; e que os mesmo não são nem autódromo e nem via expressa.
Seria tão
bom se as mães, certas mães, se espelhassem nos animais e fizessem o que os
mesmos fazem: zelando por suas crias.
Observei uma
gatinha de rua, grávida, com a patinha
quebrada, a qual eu ajudo alimentar, para defender sua cria, com seu instinto
felino, agigantou-se como os felinos de
grande porte, leoas, leopardos, etc, contra alguns cães que vieram arriscar a vida
dos seus filhotes.até que alguém a
ajudasse, ou os mesmos fossem embora.
Desejamos
que os homens se humanizem e que respeitem os animais e a natureza; e que algumas mulheres, em sua moda de ficar,
entendessem que ao ficarem grávidas têm a obrigação de colocar suas crias em
segurança; não jogar suas crias no lixo;
em sacos plásticos, pelas ruas perdidas.
Como é
triste ver um recém nascido no lixo dentro de sacos pretos, sendo para eles
reservado o mesmo destino dos animais de rua; a não ser que Deus, que nunca nos
abandona, tenha misericórdia e com sua mão poderosa conduza bons cristãos até o
bebê; para o salvar de tão perversa
sina.
Que bom que
os homens fossem como José; e as mães como Maria que arriscaram suas vidas, mas disseram sim ao
anjo Gabriel e a Deus para que o Salvador do Mundo Maria nos desse. E aí esta a
razão do Natal, nascimento do Salvador do mudo, que estão insistindo em
substituí-lo pela figura do Bom Velhinho, Papai Noel!
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